Informe sobre Desarrollo Humano para América Latina y el Caribe 2016

La apropiación del IDHM por la administración pública brasileña

Por Helmi Turunen, Jacob Said, Luisa Kieling, Raíssa Teixeira, Samantha Salve Português    El Índice de Desarrollo Humano Municipal (IDHM) fue lanzado en conjunto con más de 200 indicadores socioeconómicos de los estados y los municipios brasileños en el sitio Atlas de Desarrollo Humano de Brasil 2013. Los datos entregan un panorama de la coyuntura socioeconómica del país en las últimas dos décadas, además de promover el debate sobre el desarrollo y apoyar la planificación en la administración pública. El IDHM presenta las mismas tres dimensiones del IDH Mundial –longevidad, educación e ingreso- pero va más allá: adecúa la metodologia al contexto brasileño y a la disponibilidad de indicadores nacionales, utilizando datos extraídos de los Censos Demográficos de 1991, 2000 y 2010. Si bien miden los mismos fenómenos, los indicadores tomados en cuenta en el IDHM son más adecuados para evaluar el desarrollo humano de los municipios brasileños y mapear los desafíos nacionales. El progreso del indicador calculado para el país fue significativo. Entre 1991 y 2010, el IDHM de Brasil creció 47,5%.  Con esto, la clasificación del país cambió de muy bajo (0,493 en 1991) a alto desarrollo humano (0,727 en 2010). Por tratarse de un índice establecido a nivel mundial, el IDH adaptado a los municipios fue lo que tuvo mayor repercusión entre los datos presentados en la plataforma.     Herramienta de análisis Para evaluar la apropiación del IDHM por la administración pública brasileña y conocer sus diferentes usos por la sociedad, se llevó a cabo una encuesta online durante los cinco meses que siguieron al lanzamiento, registrando también las menciones al índice que estaban disponibles...

Nueva plataforma en línea mapea las mejoras en el desarrollo humano en más de 5.500 municipios de Brasil

El desarrollo humano en Brasil ha reducido drásticamente en las últimas dos décadas las históricas desigualdades entre los municipios del norte y del sur, según el Atlas de Desarrollo Humano en Brasil 2013, del Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD), una plataforma en línea que está también disponible en inglés y español. Mediante la utilización del Índice de Desarrollo Humano del PNUD –una medida compuesta por la esperanza de vida, la educación y los ingresos– la plataforma en línea recientemente renovada Atlas Brasil 2013 muestra que más de dos tercios de las ciudades brasileñas se hallan por encima de la media nacional del Índice de Desarrollo Humano Municipal (IDHM) de 1991, y menos del uno por ciento todavía siguen por debajo del promedio nacional de la última década. “Evaluar el progreso de Brasil a través de este índice de desarrollo humano a nivel municipal es como usar una lupa que confirma la importancia de la participación a nivel local en la mejora de vida de las personas”, afirmó el Representante Residente del PNUD y Coordinador Residente de la ONU en Brasil, Jorge Chediek. El Atlas Brasil 2013 muestra que el IDHM nacional en Brasil aumentó de 0,493 (IDH muy bajo) a 0,727 (IDH alto) en estas dos décadas. El progreso fue impulsado principalmente por el componente de salud del índice (IDHM–Longevidad de 0,816), lo que refleja un aumento de 9,2 años (14,2 por ciento) de la esperanza de vida al nacer, a partir de 1991. El país también experimentó un gran impulso en los niveles de ingresos y educación. El IDHM–Educación de Brasil registró el mayor...

¿Qué es Desarrollo Humano?

A través de este video, preparado por el PNUD Brasil para el Atlas sobre Desarrollo Humano 2013, se explica qué es desarrollo humano y para qué sirve su medición. Te invitamos a verlo y a compartirlo con tus colegas y amigos. Más información en www.atlasbrasil.org.br www.facebook.com/PNUDBrasil @PNUDBrasil   Subtitulado por Revista Humanum....

Vídeo: Série “Atlas Brasil 2013 – Desenvolvimento Humano em debate” (Subtítulos en Español)

  “É preciso estar bem informado para poder lutar por uma sociedade melhor. E ter acesso a indicadores que revelam o desempenho dos municípios na área do desenvolvimento humano é fundamental.” Esta é a opinião de Ladislau Dowbor, economista e professor titular no departamento de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), nas áreas de economia e administração. “Quando você gera indicadores, estatísticas, que permitem às pessoas conhecer melhor a sua realidade, isso propicia que elas possam responder com participação”, diz.  Dowbor é o primeiro entrevistado da série de vídeos “Atlas Brasil 2013 – Desenvolvimento Humano em debate” gravada para o “Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013”, um site de consulta ao Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) e a mais de 200 indicadores socioeconômicos dos estados e municípios brasileiros. Na entrevista, Ladislau aborda temas como uso de indicadores municipais, educação e participação popular. O economista também questiona a função do Produto Interno Bruto (PIB) e o seu uso pela mídia como “arma ideológica”. Veja alguns temas de destaque da entrevista: Números e a realidade social Para o professor, o processo de educação deve refletir a realidade local e cotidiana da comunidade para que os cidadãos possam entender a relação entre um número e a realidade que ele representa. “Nossa falha é, em grande parte, a insuficiente vinculação entre a vivência concreta das pessoas e os instrumentos de quantificação que estamos desenvolvendo. Quando você faz essa ponte, as pessoas se apropriam e se apropriam muito rapidamente”, explica. “Essa apropriação dos números, da conexão dos números com a vivência das pessoas, com o conhecimento da realidade, é...

Governos discutem como melhorar o sistema de avaliações de seus programas

Com apoio do PNUD, III Conferência Internacional sobre Capacidades Nacionais em Avaliação (NEC) reúne especialistas de 65 países de 30 de setembro a 2 de outubro em São Paulo. Começou a III Conferência Internacional sobre Capacidades Nacionais em Avaliação (NEC), com o objetivo de fomentar o diálogo sobre experiências e soluções em sistemas de avaliação de políticas públicas. Organizada pelo Escritório de Avaliação do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (EO/PNUD), em parceria com a Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (SAGI/MDS), a Conferência também visa promover a cooperação sul-sul e o fortalecimento de capacidade nacionais. O evento, que vai até o dia 2/10, reúne 170 oficiais de governos de 65 países. Representantes de alto nível e gestores e responsáveis pelo planejamento, condução e utilização de avaliações de programas, incluindo acadêmicos, sociedade civil, especialistas do PNUD e outras agências da ONU que trabalham na África, países árabes, Ásia e Pacífico, Europa, América Latina e Caribe. O tema deste ano é: “Soluções e Desafios Relacionados à Independência, Credibilidade e Uso da Avaliação”. Para Jorge Chediek, representante residente do PNUD no Brasil e diretor do Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), “o cenário brasileiro das políticas públicas vem passando por transformações importantes e esta evolução tem chamado a atenção de muitos países, em especial os do hemisfério sul, que enfrentam obstáculos semelhantes em muitas áreas. As inovações na área de avaliação e monitoramento podem ajudar estes parceiros a melhorar o impacto de seus programas”. “A avaliação é uma etapa importante na formulação de políticas públicas, permitindo que governos...
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